Avaliação Gratuita

Preencha os dados que entraremos em contato

Agende uma avaliação gratuita
25/04/2018

Dicas

O papel da alimentação

O papel da alimentação

 

 

A importância do equilíbrio entre o consumo de alimentos que fornecem combustível para o organismo (consumo energético) e a atividade física (gasto energético) para a saúde não é algo novo. Hipócrates já reconhecia isso, assim como dizia que os obesos morriam mais cedo. A medida que a ciência e a medicina evoluem, mais evidências surgem sobre o papel positivo da alimentação para uma longevidade mais saudável.

 

Os erros alimentares frequentemente cometidos pelas pessoas, podem trazer danos ao organismo. Entre esses erros estão os excessos no consumo de açúcar simples (doces e refrigerantes, por exemplo) de sal; de gorduras e calorias.

O excesso de sal na dieta alimentar pode, por exemplo, desencadear a hipertensão arterial, enquanto o excesso de açúcar e gordura podem levar à obesidade e ao diabetes.  

Não é preciso privar-se do que gosta, no que diz respeito à dieta, o segredo está em fazer substituições ao escolher o que colocar no prato.

 

Vale lembrar que a mais recente pesquisa encomendada pelo Ministério da Saúde, mostra que mais da metade dos brasileiros (50,8%) estão acima do peso. O governo federal lançou um novo guia alimentar para a população (www.saude.gov.br). O manual aconselha alimentação a base de alimentos frescos, como frutas, verduras, legumes, tubérculos, ovos, carnes frescas e alimentos minimamente processados como arroz, feijão e frutas secas. Outra orientação é evitar alimentos ultra processados, como pratos prontos congelados, macarrão instantâneo, salgadinhos de pacotes, refrigerantes e sopas liofilizadas. Aconselha moderação no uso de óleos, gorduras, sal e açúcar e o consumo limitado de alimentos processados como embutidos e conservas. A publicação tem como objetivo incentivar a população a adotar hábitos alimentares saudáveis e assim tentar evitar o avanço do sobrepeso, da obesidade e das doenças relacionadas. O guia também orienta as pessoas a optarem por refeições caseiras, evitar alimentação em redes de fast foods e produtos prontos, que dispensam preparação culinária e necessitam apenas aquecer para o consumo, como é o caso de molhos para massas e misturas prontas para tortas, por exemplo. Para sobremesa, a sugestão é consumir frutas e as sobremesas mais simples feitas em casa, evitando as industrializadas.

 

 O consumo frequente de comida industrializada, congelada faz mal à saúde, porque contém substâncias e aditivos para manter a cor e o sabor que podem ser prejudiciais ao organismo e também é rico em sódio. Muitos estudos ratificam que a obesidade está fortemente associada a um risco maior de doenças, como diabetes tipo II, doença da vesícula biliar, doença arterial coronariana, hipertensão arterial sistêmica, osteoartrose, dislipidemia, além da incapacidade funcional e consequente redução da qualidade e expectativa de vida.

 

A retirada dos alimentos ultra processados do cardápio é algo importante para a saúde, e cabe a nós pensar sobre isso, frequentar mais a feira e menos o supermercado.